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28
Ago21

Comentário 79

Zé Onofre

                 79

Tudo era tão simples.
O sol nascia a Leste,

Morria a poente.

Era tão simples o tempo.

Uns tempos era um tal de Apolo

Que O carregava no seu carro de fogo.

Explicação ainda simples.

Copérnico e Galileu enterraram mitos e fantasias,

Fixaram o sol num lugar e a Terra aos trambolhões,

À sua volta numa velocidade de uma volta em 365 dias.

As coisas começavam a complicar-se.

Veio o Einstein e mergulhando fundo encontrou

Uma intricada rede de Espaço-tempo.
O tempo deixou apenas de ser tempo.

O espaço deixou apenas de ser espaço.

Os corpos celestes deformam o espaço,

Contraem ou alargam o tempo.

Nós, poeira de estrelas, perdidos

Num tempo que se dobra

Num espaço que se encurva.

Em que dobra de Tempo,

Em que curva do espaço

Estamos,

Ou pensamos que estamos?

Zé Onofre

 Zé Onofre

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